A MULHER QUE “MATOU” OS BEATLES, 27 ANOS DEPOIS

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Em 8 de dezembro de 1980, quase 27 anos atrás, Yoko Ono estava bem ao lado de seu marido, John Lennon,07171134.jpg
quando ele levou quatro tiros e morreu, na porta do edifício Dakota, em Nova York. Yoko continua morando no mesmo apartamento onde vivia com o ex-Beatle. Na Folha de hoje, há uma entrevista interessante feita por Sérgio Dávila com a viúva de Lennon. Hoje, com 74 anos, Yoko, que estará no próximo dia 10 de novembro em São Paulo, onde mostratá uma retrospectiva de seus trabalhos no Centro Cultural Banco do Brasil, continua achando que, apesar dos avanços, o preconceito ainda é forte no mundo atual: “Porque sou uma mulher, porque sou asiática e porque sou uma artista. Três coisas ainda consideradas não apropriadas por algumas pessoas.” Há duas opções pra ler a entrevista: a primeira tem uma introdução e dá uma “geral” no ambiente dos apartamentos que a família de Yoko ocupa no sétimo andar do Dakota, mas só pode ser acessada por assinantes do jornal ou da UOL (aqui); já a segunda alternativa é “livre”, não traz a introdução, mas mostra a entrevista na íntegra (aqui).

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11 Respostas para “A MULHER QUE “MATOU” OS BEATLES, 27 ANOS DEPOIS

  1. Então vou confessar uma coisa (confissão bombástica): meus pais, em viagem pra NYC em 12/1980, após esse dia pra apagar da memória de qualquer um, e sem opções culturais (depois do ocorrido), teriam ficado de luto no quarto do hotel e pouco mais de nove meses depois (13/09/1981) nascia Diogo de Carvalho dos Santos.

    Acredite!

    Bjo.

  2. Eu sabia que havia algo de especial com o Diogo.

  3. Li a entrevista da Yoko com o Sérgio D’Ávila e, sinceramente, sinto que ela continua a mesma demogoga e enganadora de outras épocas. Não mudou nada. Não acho que ela tenha matado os Beatles — as relações internas na banda estavam péssimas em 1968, e qualquer mulher com atitude positiva e uma “vulva de alicate” teria conseguido fisgar Mr. Lennon e tirá-lo daquela órbita naquele momento. Na verdade, o que me irrita profundamente em Yoko — algo com o qual ela vai ter que convider até a morte — é ter usado todo seu poder de dominação para privar a mundo de mais 5 anos de carreira musical para Lennon, entre os anos 1976/1980. Hoje, olhando em retrospecto, esses cinco anos fazem uma diferença enorme no conjunto de obra da carreira solo de Lennon, que é — analisando friamente — insipiente e duvidosa, com discos que — salvo 2 ou 3 excessões — resistiram muito mal ao teste do tempo.

  4. A propósito, vi uma manhã dessas na TNT um filme (que eu não conhecia) sobre uma visita que o Paul McCartney parece ter feito ao John Lennon no Edifício Dakota num sábado de manhã de 1976, quando estava em primeiro lugar nas paradas americanas com “Silly Love Songs”. Quem faz Paul McCartney é o Aidan Quinn, muito bem por sinal. Já o ator que faz Lennon eu não conheço, ou não consegui reconhecer por conta da caracterização. Muito simpático o filme. McCartney não se conforma com o fato de estar no topo das paradas e Lennon nem sequer ter-se dado ao trabalho de negociar um novo contrato, depois de ter deixado seu contrato com a Apple-EMI caducar, praticamente abandonando sua carreira. Daí, vai checar in loco se Lennon está legal ou não. A última vez que o tinha encontrado havia sido em LA, numa festa, naqueles meses selvagens em que passou com Harry Nilsson, e Lennon estava tão chapado (de Angel Dust) que nem conseguiu reconhecer seu velho parceiro. Quando se encontram, os dois se estranham a princípio, mas depois de alguns minutos tudo começa a fluir novamente, e os dois para a rua disfarçados para dar uma volta no Central Park, almoçam juntos, conversam longamente, choram, meditam, fumam maconha, e acabam dormindo assistindo TV. Quando a sintonia dos dois está novamente perfeita, Yoko (que estava viajando) liga para Lennon, e toda a camaradagem entre os dois vai para o saco. Lennon se encolhe todo novmente, e termina o dia tão fora do eixo e isolado do mundo como quando começou. Gostei muito do filme. Não é piegas, e não fica babando o ovo ou tomando partido de nenhuma das duas partes. Mas quando Yoko entra em cena, mesmo sem aparecer, tudo vira do avesso. Paul respeita a atitude (ou a falta de) de John e simplesmente se despede. Daí, já em sua limousine, liga para Linda, só para contar com quem passou o dia inteiro e dizer que a ama muito. Muito legal. O nome do filme, se não me engano, é “All About Us”. Vale a pena.

  5. Taí a minha veia (veia de veia mesmo, não confunda com véia) artística, musical e boêmia 😎

    Te gustó, cuervoborracho?

  6. O filme é interessante. Mas esse encontro de fato rolou é foi apenas licença poética usada pelos autores para mostrar o quão frágil se tornou a relação da dupla pós-Yoko? Não sei.

  7. O comentário do Diogo, sobre o “parentesco” dele com o Lennon, me deu coragem pra também fazer uma confissão bombástica: meus pais, séculos atrás, estavam de viagem pela Galiléia, quando foram surpreendidos por uma incrível tempestade de areia. Eles se abrigaram num estábulo e ficaram ali vários dias, sem ter nada o que fazer, já que a tempestade não passava e eles não tinham como seguir caminho rumo a uma cidade que se chamava, acho eu, Nazaré. Uns nove meses após esse episódio, eu nasci! Abraços, Corvo Bêbado.

  8. Não concordo com o que esse tal de Chico Marques falou da Yoko não. É coisa de machista recalcado. Os Beatles iam acabar de qualquer jeito, com ou sem Yoko. E tem outra coisa, o Paul e o John acabaram se entendendo, basta ler o que o Paul diz numa entrevista da Rolling Stones. Inclusive essa entrevista, que saiu aqui (não lembro o número da porra da edição), também esclarece o processo que o Paul moveu contra os outros três Beatles. Parece que a Yoko tem razão, ser asiática, mulher, artista e ainda por cima ter sido casada com o “namoradinho do mundo” ainda é motivo de muito preconceito. Mas não adianta, tem gente que prefere achar que quem matou não só os Beatles mas o próprio “sonho” foi a Yoko, e não a caretice do mundo.

  9. La baranga asiática es una quenga de mierda. Lennon jamás debria ter dejado la morsa. Ácido lisérrico en demasia hace los hombres mucho mueles. Y las barangas asiáticas, sobretudo las sin nadegas, aprovetchan. Arturo, jo te mandjo. Te gustas Elton John y su marido, Olivia Newton John. Fuedan-se todos.

  10. Volve para tu agujero, Lhama peroba!

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