A AUTOBIOGRAFIA DO CARA!

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Acaba de sair no Brasil a tão comentada e aguardada biografia de Eric Clapton. Graças à agilidade da editora Planeta, “Eric Clapton, a Autobiografia” (cerca de R$ 45,00 nas livrarias e R$ 35,90 no Submarino) foi lançada aqui poucos dias depois de ser colocada à venda na Europa e nos Estados Unidos. Nas mais de 300 páginas do livro, Clapton, considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, conta, sem rodeios ou panos quentes, sua odisséia com o blues e o rock and roll, entremeada com suas paixões acessórias pelas mulheres, pela heroína, a cocaína e pelo álcool, esta, sem dúvida sua mais avassaladora paixão

Um dos sobreviventes da cena rock que se estendeu desde meados dos anos 60 até meados dos anos 80, Clapton não tem medo de lavar sua roupa suja em público e desmistifica vários mitos, a partir dele próprio, destacando que, no final, o que o salvou foi sua música e a fidelidade que ele sempre teve para com ela e ela para com ele.

Abaixo, alguns exemplos desse relacionamento que nem todas as tempestades e e todos os terremotos conseguiram destruir. Mais um pouco de e sobre Clapton você também encontra aqui no blog em AS CONVERSAS ENTRE CLAPTON E DEUS!.

Eric Clapton: Groaning The Blues

Eric Clapton playing “Terraplane Blues”

Eric Clapton : Driftin’ Blues

Eric Clapton – Motherless Child (Live)

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8 Respostas para “A AUTOBIOGRAFIA DO CARA!

  1. Porra show, Driftin’ Blues tá muito boa em….

  2. O melhor do Clapton é que ele não gosta de linguiça nem de malhar os outros para financiar projetos próprios. Quem quer, colabora voluntariamente, vai no show da fundação e não se verga sob a mira de processos fraudulentos, nem de armadilhas ridículas montadas em viagens imaturas de bobinhos psicopáticos. Além disso é para fazer o bem dos outros, não para manter o vício de vagabundos drogados.
    Ah, e o filho dele morreu por falta de cuidados de quem devia.

  3. Clapton é Deus e tudo o que o grande Ney disse aí, mas autobiografia dele revela que era um cara muito chato. Um cara que vivia para dentro, só preocupado consigo e, com isso, deixou de ver o mundo. Quando se entendeu, ficou faltando um pedaço. Li no original e, para falar a verdade, mil vezes Chronicles Volume 1 ou Faifhfull _ são autobiografias ou coisa do tipo muito mais interessantes.

  4. Querida Lé, logo se vê que você ainda não teve a oportunidade de descer aos infernos e ressuscitar no terceiro dia! E depois aceitar os próprios demônios como companheiros de viagem.

  5. Lobo,
    isso que você escreveu me fez lembrar do que o Carl Sagan escreveu:

    “Quase morrer é uma experiência tão positiva e construtora do caráter, que a recomendaria a todos – não fosse, é claro, o elemento irredutível e essencial do risco.”

  6. Maria Helena, és tu?
    O positivo de quase morrer é que a gente sabe muito bem o que é da nossa conta. O risco sempre é o de ser tragado pelo que não é. Mas aí é que está a fibra de mandar enrolar e enfiar.

  7. Prezada Lé,

    a citação de Sagan foi perfeita, e entender a cabeça dos homens – entre os quais os chamados ídolos – é uma odisséia que nem o próprio Ulisses, em toda a sua ousadia, se arriscou a fazer. Para entendê-las ou, melhor dizendo, aceitá-las como fatos reais foi preciso ir e encarar, mas nem por isso é preciso descer aos infernos. Contudo, se não há outra condição – e os vícios de teor químico são campeões nisso, o de alienar e servir-se de elevador -, que se tenha coragem e não se perca a sensibilidade.
    Sou fã do cara, mas não o considero deus. É apenas um grande músico. Talvez o paraíso seja exatamente isso: um fundo musical que nos transporta.

  8. Prezada Lé, tardiamente, mas cabalisticamente, quase transcorreu um ano inteiro, daquele para este comentário.

    Contudo o cara ainda está ai…. e um ano foi apenas uma semeadura e uma colheita.

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